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Espero contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda (Anne Frank, sobre seu diário em 12 de junho de 1942).
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“Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim…”L.S.
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Esta é a minha rendição.
Rendo-me ao capital, ao seu acúmulo, à sua falta de escrúpulos à cegueira proporcionada pelos meios de aquisição deste numerário tão cruel e injusto, entretanto entendo que a vida é regrada pela maioria então não há muito o que fazer, meu ideal comunista está acabado.
Rendo-me a mediocridade, explicar – explicar – explicar e não haver entendimento somente ‘mim’, o que existe é uma comparação chula e generalizada de vidas de padrões a serem seguidos nada mais.
Tentei fazer deste um mundo melhor, mais coerente e mais humano, mas fui surpreendido pelo cabal poder de coerção humana que tende a esmagar todo e qualquer ímpeto de mudança.
Encerro os sonhos, pois eles se foram, estão sem nome, resumem-se às ruínas doloridas da tristeza do inacabado, eles estão sem pátria não têm bandeira, não têm chão para se fundar.
Encerro um legado, uma dinastia de nada, números datas nomes que outrora foram importantes mas que hoje não reservam significado algum.
Encerro um legado de títulos que serviram apenas para dar alguma serventia as paredes, ou nem mesmo isso, as escolhas tão minuciosamente engendradas que culminaram no fim.
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”(…) And you learn that no matter how much you care, some people simply do not care … and you accept that no matter how good a person, it will hurt you every once in a while, and for this you must always be willing to pedo it.(…) Discovers that sometimes the person you expect to kick you when you fall, you may be one of the few that will help you get up.(…)”
Veronica A. Shoffstall
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Porque as vezes não se trata de ser ou não ser, nem de impor e ceder, mas sim de sonhar, criar um mundo que só você veja, que só você acredite e só você viva nele.
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Não tenho mais muros, eles já são inúteis. O prédio central está em chamas, a administração tomada por vândalos, está tudo destruído, muita sujeira nas ruas, desolação em se perceber todos os escombros e fogo, fogo, muito fogo. O reino já não existe, rei não existe mais, riqueza nenhuma encontrada, tudo saqueado, tudo roubado, sem força sem relutância sem reivindicação sem clamor sem protesto, tudo foi levado.
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